Páginas

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

O Rock Do Iron na palma da suas Mãos

er que esperar 4 anos pelo lançamento de um novo álbum de uma de suas bandas favoritos é sempre um martírio, em especial quando a fica a promessa de algo diferente. Com The Final Frontier Iron Maiden fez uma campanha um pouco diferente do que vem fazendo desde Fear of the Dark, de 1992, e resolveu lançar um inédito com o maior intervalo de sua carreira – até então eles lançavam um novo disco de estúdio a cada três anos.
Iron Maiden FINAL FRONTIER 425 Iron Maiden: Um novo álbum e a Última Fronteira
Durante todo este intervalo o sexteto liderado pelo baixista Steve Harris e composto ainda porBruce Dickinson (voz), Dave MurrayJanick Gers Adrian Smith (guitarras) e Nick McBrain(bateria) fez nada menos que três turnês mundiais, lançaram dois DVDs com documentários e shows raros de sua carreira, sendo que as duas últimas linhas de apresentações contaram apenas com clássicos dos primeiros discos – inclusive você pode ler a resenha do show feito em São Paulo em 2009 aqui. Depois de tudo isso era hora de compor material novo e, diferente do que acontece desdeBrave New World (2000), a banda surpreendeu bastante com The Final Frontier, pelo menos pra este redator.
TFF não deve ser analisado apenas como um álbum, mas sim colocado sob a ótica da última década inteira da banda, que começou com a volta de Bruce e Adrian para a banda e resultou nos lançamentos de três álbuns de estúdio que foram tanto elogiados como criticados, não conseguindo de fato agradar o público por completo – a não ser, claro, por apresentações ao vivo que jamais perdem a energia tão característica do Maiden. O mais recente, A Matter of Life and Death, pareceu uma evolução natural de BNW e Dance of Death (o mais fraco), mas ainda faltava alguma coisa ali, um elemento que provaria a fãs novos e antigos que o sexteto estava mais que preparado para atingir níveis inimagináveis, e este momento chegou.

Nenhum comentário:

Postar um comentário